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Startup de barbeadores quer “irritar gigantte” a concorrência

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Campanha da Dr.Jones, marca DTC de beleza masculina, é uma resposta a uma notificação extrajudicial movida por concorrente

A Dr. Jones, startup de beleza masculina, lançou uma campanha que promete irritar as concorrentes e questionar o mercado de aparelhos de barbear. Com o mote “Vamos irritar gigantte”, a ação é uma resposta a uma notificação extrajudicial que a empresa recebeu recentemente de uma de suas concorrentes. O projeto conta com dois filmes, que foram criados pela equipe da Dr. Jones em parceria com os consultores criativos independentes Carlão Fonseca, ex-CCO da Tribal, e Paulo Feijão, ex-diretor de criação da Africa. A direção foi da Fresta Filmes e edição da Sugar Cane.

Segundo a startup, a história começou quando, em um conversa com seus consumidores nas redes sociais, os usuários elogiaram os produtos da Dr. Jones e criticaram os barbeadores de outras marcas. Após o ocorrido, a empresa teria recebido a notificação extrajudicial, pedindo que a empresa restringisse as menções a outras marcas de barbeadores. A startup não acatou o pedido.

No mercado há sete anos, a Dr. Jones passou por uma reestruturação em 2019 e se tornou uma marca direct to consumer (DTC). O objetivo do movimento era retirar os intermediários da cadeia de distribuição e criar uma oferta atrativa para os clientes em preço e experiência, na comparação com o mercado. Recentemente, a startup lançou o barbeador The Razor e afirma estar registrando um crescimento mensal de 30% nas vendas.

A campanha digital “Vamos irritar gigantte” é composta por ações nas plataformas digitais e dois filmes. Os comerciais utilizam o mote da irritação para destacar os problemas do mercado de barbeadores. Com o investimento em comunicação e lançamento do barbeador The Razor, a expectativa da startup é faturar R$ 5 milhões em 2020. Em entrevista Guilherme Campos, cofundador da Dr. Jones, fala sobre a decisão de usar a notificação como gatilho para a campanha e a transição para o mercado direct to consumer.

Em que momento a Dr JONES enxergou na notificação extrajudicial realizada pela concorrente uma oportunidade de comunicação? Quais são os riscos e vantagens?

Foi imediato. Já estávamos questionando abertamente o status quo e as fricções do mercado masculino de higiene e beleza há algum tempo. A marca surgiu com esse objetivo de transformar esse mercado… viemos para isso e não temos medo de comprar essa “briga”. A notificação para nós foi uma tentativa de censura não apenas à Dr. Jones mas a todos os consumidores que também querem repensar e redefinir a categoria. Que também estão questionando porque que existem poucas opções, porque não tem um customer experience desenhado para eles, porque não tem canal de venda dedicado e assim por diante. A notificação só reforçou nossa visão de que algumas das maiores empresas do setor ainda olha o consumidor de cima para baixo, com pouca abertura para de fato ouvir as dores do consumidor e se adaptar rapidamente. Quem não assume riscos na comunicação não sai do lugar, e nessa discussão claramente estamos do lado dos consumidores e não dos incumbentes.

Como foi a transição para se tornar uma marca direct to consumer?

Após alguns anos jogando o jogo do varejo tradicional, ficou muito claro para nós que o melhor jeito de transformar a categoria masculina era chegando direto no consumidor. Sem o apoio dele não vamos conseguir fazer isso. O nosso movimento para direct to consumer não foi apenas para criar um novo canal de vendas, foi principalmente para criar um canal de comunicação direta e realmente ouvir um consumidor que muitas vezes é esquecido (nessa categoria). O varejo tradicional ainda pode em muitos casos ser um muro entre a marca e o consumidor, especialmente quando é uma categoria ainda em desenvolvimento como a nossa. A transição em si foi realmente rápida, e nossa vantagem foi já ter uma base de consumidores ativa que migrou rapidamente dos revendedores para nossa loja online. E desde então temos conseguido crescer rapidamente o engajamento com os consumidores e também o clássico “boca a boca”.

Nesse momento, como a Dr. Jones quer consolidar sua comunicação? Quais valores serão destacados?

A primeira mensagem que queremos passar com essa campanha é que viemos para focar no consumidor. Estamos do lado dele. Queremos ser transparentes, ouvir, aprender e melhorar. Estamos começando pela categoria de barbear que na nossa visão é onde existe o maior desequilíbrio e injustiça dentro do mercado masculino, e vamos expandir aos poucos essa discussão para todas as categorias dentro de saúde e bem estar para homens. É uma discussão ampla, mas que durante anos foi tratada com muitos preconceitos e estereótipos de como um homem deve se relacionar com sua beleza e saúde.

 

 

 

 

 

Fonte: Meio & Mensagem 24.09.2020

Com Maisa Silva, reality Cabelo Pantene tem nova edição

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Dessa vez, projeto irá procurar criadores de conteúdo para a marca e será exibido no canal de Pantene no YouTube

Em suas duas edições anteriores, o reality-show Cabelo Pantene teve a missão de encontrar garotas cujos cabelos representassem a proposta da marca para que, dessa forma, elas pudessem participar de suas campanhas. Agora, o programa terá uma nova edição com uma proposta um pouco diferente.

O Cabelo Pantene irá procurar pessoas, independentemente do gênero, que sejam criadores de conteúdo e que acreditem que seus cabelos representem sua personalidade e história. Outra novidade é que os interessados poderão se inscrever via TikTok, parceira da marca P&G no projeto, e também pelo site de Pantene, entre os dias 26 de setembro e 9 de outubro.

Neste ano, o reality terá a apresentação da apresentadora e atriz Maisa Silva, que faz parte do time de influenciadoras da marca. Além de apresentar os candidatos e candidatas, Maisa também participará diretamente da dinâmica das provas.

O formato do reality é da Endemol Shine Brasil, com conceito criativo da agência de publicidade Grey. A estratégia de PR, influenciadores e de digital ficou por conta da Ketchum e, as estratégias digitais, da NewVegas. Os episódios do reality serão exibidos no canal oficial da Pantene no YouTube.

 

 

 

 

 

Fonte: Meio & Mensagem 24.09.2020

P&G divulga dados sobre diversidade entre colaboradores

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Companhia contava com a pressão dos acionistas e a expectativa criada por seu marketing relacionado à equidade racial e de gênero

A Procter & Gamble está divulgando dados sobre a diversidade de seus colaboradores globalmente e nos Estados Unidos. As informações incluem, pela primeira vez, dados sobre a etnia dos funcionários. A mudança acontece depois que o marketing da companhia ajudou a promover uma resolução dos acionistas que pedia por mais transparência nos dados. O alto nível de engajamento da marca em campanhas que pedem por equidade racial e de gênero também aumenta a expectativa pela diversidade entre seus próprios colaboradores.

Na publicação “Dados de Representatividade 2020”, que a P&G compartilhou com seus funcionários na terça-feira, 22, a companhia afirma que 48% de seus gestores e 41% de seus gestores sêniores no Conselho de Liderança Global (GLC) são mulheres. O comunicado também inclui dados sobre etnia que a P&G não publicava no passado. Colaboradores “multiculturais” são 25% no total de funcionários, 28% entre os gestores e 36% entre os representantes do Conselho de Liderança.

O relatório, que inclui comparações com os dados da companhia em 2015, mostra avanços em diversidade na maior parte das frentes. O progresso, no entanto, é menor entre os afrodescendentes. Eles representam 10% do total de funcionários, 8% dos gestores e 6% dos membros do Conselho de Liderança. Esses números seguem quase inalterados na comparação com 2015, com exceção do crescimento de um ponto percentual na representatividade entre gestores.

No total, a P&G reportou um progresso significativo em representatividade em todos os escalões, com destaque para o Conselho de Liderança Global, onde a diversidade saltou de 23% para 36% nos últimos cinco anos. Esses ganhos vieram principalmente de pessoas descendentes da Ásia e do Pacífico. Houve menos avanço na representatividade de hispânicos e latinos.

Como o chief brand officer da P&G, Marc Pritchard, disse anteriormente a companhia ainda não está onde gostaria no que diz respeito à representatividade. A meta é atingir 40% de colaboradores “multiculturais” na comparação com os 25% atuais. A anunciante está mais perto de atingir seu objetivo de empregar 50/50 de homens e mulheres em todos os níveis. Embora a base de cargos da empresa na indústria e em funções administrativas, que muitas vezes não exige diploma universitário, seja formada por cerca de dois terços de profissionais do sexo masculino.

No geral, os números de diversidade da P&G estão bem à frente dos registrados pelas holdings de agências que divulgaram seus dados, nos últimos meses. Eles são similares aos apontados por concorrentes diretas como L’Oréal, Johnson & Johnson, Unilever e Estée Lauder. Apesar de a representatividade da equipe da Unilever nos Estados Unidos ser superior à da P&G.

Embora o relatório vá além do que a P&G tem publicado historicamente, é provável que o movimento ainda não satisfaça o grupo As You Sow, de Berkeley, Califórnia, que protocolou uma resolução de acionistas para a reunião anual da empresa, que acontece em outubro, pedindo a divulgação dos dados da Comissão de Oportunidades Iguais e mais detalhes sobre as taxas de promoção, recrutamento e retenção de funcionários por gênero e etnia.

“A Procter & Gamble investiu uma enorme quantidade de recursos na tentativa de recrutar clientes mais diversos e criar marketing em torno de temas de justiça racial”, disse Meredith Benton, gerente do programa de igualdade no local de trabalho da As You Sow. “O que não temos são dados da Procter & Gamble.” Ela afirma que filmes como “The Look”, “The Talk” e a série #WeSeeEqual  criaram expectativas com relação à divulgação de dados.

Em sua resposta à proposta dos acionistas, a P&G afirmou que já fornece relatórios substanciais ao público e a pelo menos oito avaliadores terceirizados sobre seus dados de diversidade de empregos. Segundo a empresa, adicionar outro sistema de relatórios não agregaria muito valor, mas aumentaria os custos administrativos.

 

 

 

 

 

Fonte: Meio & Mensagem 24.09.2020

JustForYou recebe aporte de fundo de investimentos da Eurofarma para sustentar crescimento acelerado

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Com dois anos de operação, primeira beauty tech brasileira a personalizar Hair Care planeja dar vida a insights do consumidor e aumentar em 500% seu faturamento

A JustForYou, primeira beauty tech brasileira a usar inteligência artificial para desenvolver fórmulas personalizadas para shampoos e condicionadores, acaba de anunciar um aporte seed do Neuron Ventures, fundo de Corporate Venture Capital lançado pela Eurofarma para apoiar projetos de tecnologia com potencial de transformar a cadeia de valor da saúde e wellness. Os recursos serão utilizados para o aumento do portfólio de produtos, ampliação do laboratório, ações de Marketing e para a área de Customer Wellness – que já está em processo de implantação – para garantir a melhor experiência para os clientes.

Caio de Santi – CEO e Founder na JustForYou

Fundada em 2018 por Caio de Santi, a startup nasceu com a missão de entregar produtos únicos para o consumidor. Com dois anos de operação, a marca já analisou mais de 225 mil fórmulas utilizando um algoritmo criado pela própria beauty tech para identificar o perfil de cada cliente. Somente neste ano, a JustForYou faturou nove mais do que no segundo semestre de 2019.

“Temos trabalhado muito para trazer um modelo de negócios inovador e sustentável ao mesmo tempo. Por isso, receber esse investimento do Neuron Ventures, ainda mais em meio ao cenário atual, é uma grande conquista e reforça que estamos no caminho certo. Pretendemos criar uma gama de produtos, como uma categoria de pós-shampoo, sempre com uma entrega personalizada por meio da nossa inteligência artificial”, explica Santi, CEO da JustForYou.

Com um investimento inicial feito pelos próprios sócios, a startup tem crescido exponencialmente e até o final do ano a expectativa é aumentar em 500% o faturamento.

Tudo isso, somado à inovação e pioneirismo da marca, chamou a atenção da equipe do Fundo que, após conhecer em profundidade o negócio, decidiu investir e apoiar o projeto de crescimento.

“Acreditamos que a JustForYou, com tecnologia e foco na experiência do cliente, possibilita a oferta de produtos que destacam as características naturais e pessoais da beleza individual de cada um dos seus clientes. Vemos que o mercado de personalização individual de produtos e D2C (direct-to-consumer) no Brasil tem um potencial de crescimento enorme”, afirmou Paulo Braga, Gerente de Corporate Venture da Eurofarma.

Além da ampliação da linha e de projetos voltados à escalabilidade, o aporte será utilizado para dar vida a insights que vierem do consumidor final. Para isso, a beauty tech está ampliando a área de bem-estar do cliente, departamento cada vez mais responsável por arrematar toda a comunicação do modelo direct to consumer, trazendo dados relevantes da experiência do cliente para outras áreas como Growth, Produto e Pesquisa e Desenvolvimento.

Natura é a empresa mais inovadora do Brasil, segundo ranking PwC

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A Natura é a empresa mais inovadora do mercado brasileiro, revelou a nova edição do Prêmio Valor Inovação Brasil, levantamento desenvolvido pela PwC  e pelo Valor Econômico. No sexto ano do ranking formado por 150 companhias, a varejista de cosméticos tirou a liderança da Embraer, que foi rebaixada para a terceira colocação.

O Einstein subiu duas posições de 2019 para 2020, atingindo a segunda colocação. Petrobras, Cielo  e Bradesco também estão entre as dez empresas mais valiosas deste ano.

Setores

No ranking dos bancos, o Original está entre os cinco principais nomes do setor. A fintech ocupa o quarto lugar, entre as instituições financeiras tradicionais Santander e Banco do Brasil

O Magazine Luiza que não estava listado no ranking do ano passado, é o destaque da nova edição no setor de comércio e vestuário, superando Mercado Livre e Pernambucanas. Frederico Trajano, CEO do varejista, foi reconhecido como o executivo inovador em 2020.

MRV, Vale,  Cogna e Vivo são as empresas mais inovadoras de seus respectivos setores.

Fonte: Newtrade 22.09

Francis fecha contrato de parceria com o SBT

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Em plena chegada da primavera, a estação mais florida do ano, Francis, tradicional marca de sabonetes inspirados nas mais diversas flores do mundo, retoma sua presença na TV aberta, patrocinando o programa Eliana, no SBT. O primeiro capítulo desta parceria irá ao ar em setembro e se desdobrará, semanalmente, até o último domingo do ano, em dezembro, resultando em um total de 17 inserções dentro do programa.

Para Bárbara Bruno, gerente de marketing de Francis, a marca segue seu processo de modernização e essa parceria tem como principal objetivo reforçar o posicionamento e novidades da marca. “Nós revisitamos todos os pontos chave da linha de Francis Clássico e queríamos compartilhar esse novo momento com o maior número possível de consumidoras. Cada sabonete passou por uma cuidadosa melhoria, mantendo a essência de cada fragrância e agora com três vezes mais perfumação, o que garante uma pele perfumada por muito mais tempo. Além disso, o formato da barra também mudou, potencializando a experiência do banho, está mais anatômico, quase que ‘abraçando’ a consumidora em um gesto de autocuidado. O tradicional lenço, que preserva todo o perfume e sofisticação dos sabonetes Francis, foi mantido e estilizado, mas as embalagens ganharam um novo design, que explora, no detalhe, o poder e a delicadeza das flores”, conta a gerente.

A executiva também explica a escolha assertiva da apresentadora para ser porta-voz de um momento de tantas evoluções para a marca. “A Eliana, assim como a marca Francis, transmite poder, delicadeza e tradição. Tudo isso com uma originalidade única! Além disso, tanto ela quanto seu público têm uma grande afinidade com a marca. Tenho certeza que será o casamento perfeito para trazer Francis de volta à TV”, afirma ela.

A cada semana, o telespectador será convidado a conhecer um pouco mais das fragrâncias da marca, através de filmes durante a programação e também nos intervalos comerciais. Uma por vez, todas as linhas de Francis serão apresentadas, começando pela mais tradicional que conta com óleos florais das melhores flores do mundo, passando pela Sensações, Desodorantes e a linha Hydratta, que utiliza o poder da flor e ingredientes hidratantes para oferecer uma hidratação ainda mais intensa à pele.

A parceria também contará com ações integradas com a parte digital de Francis, uma vez que a apresentadora convidará sua audiência a visitar o perfil de Francis no Instagram para que mergulhem cada vez mais no poder da flor e sua perfumação. “Cada ingrediente carrega uma longa história. Cada fragrância e produto são pensados minunciosamente. O espaço no programa representa apenas uma pílula de algo maior. Queremos provocar a curiosidade e levar as consumidoras para conhecerem de perto sobre o universo das flores nas redes sociais da marca. Francis tem muito a contar e entendemos que há um engajamento mais qualificado no universo digital. Estamos orgulhosos de poder proporcionar este mergulho em conteúdo às consumidoras entusiastas ou ainda curiosas da marca”, conta Bárbara.

As peças de mídia foram co-criadas e produzidas pela agência ForAll, responsável pela conta da marca, e estarão no ar entre os meses de setembro e dezembro.

 

 

 

 

Fonte: abc da comunicação 23.09

Vendas diretas migram para o meio digital e crescem em meio à pandemia

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O isolamento social provocado pelo novo coronavírus, aliado à inserção de novos revendedores em busca de recolocação profissional e ao incremento de soluções tecnológicas que favoreceram as vendas online, são os principais fatores que fizeram com que o setor de vendas diretas – também conhecido como porta a porta – fosse um dos poucos do comércio a registrar crescimento no primeiro semestre deste ano.

Levantamento inédito realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), entidade que reúne as empresas do setor, mostra que o segmento registrou em julho um aumento de 38,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do primeiro semestre de 2020, a venda vireta cresceu cerca de 3% em comparação com o primeiro semestre de 2019. O número de revendedores teve um salto de 21% na comparação entre os meses de julho destes anos.

“Os dados mostram um momento bastante positivo para o setor de expansão e inovação. Mais do que nunca, a venda direta é uma excelente opção de negócio para quem quer empreender e precisa de uma renda adicional, com baixo risco e custo de entrada”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Segundo ela, o setor já vinha incentivando a força de vendas para o uso de ferramentas digitais na divulgação e venda de produtos.

“Com a possibilidade de ser feita de forma digital, não há mais barreiras. O relacionamento, o cuidado e o carinho da venda direta podem acontecer online, com conquista de mais clientes e maior divulgação dos produtos. É o que chamamos de social selling, a venda direta acompanhando as tendências das relações em geral. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho e encontrou solo fértil para crescimento”, completa.

WhatsApp é ferramenta mais usada

De acordo com pesquisa realizada pela ABEVD, as vendas diretas tiveram engajamento de 20,6% na internet, 18% no WhatsApp e 14,9% nas mídias sociais, ou seja, mais de 50% das vendas realizadas pelos empreendedores independentes ocorrem em meio digital.

O WhatsApp é a ferramenta mais utilizada de comunicação com os clientes, seja para disponibilizar informações sobre produtos ou serviços, seja para realizar atendimentos e vendas.

As redes sociais, além de atuarem como canal de vendas, também estabelecem o contato e o relacionamento com o cliente, uma vez que as relações pessoais estão no centro do negócio, o que também viabiliza a utilização do canal da venda direta como preferência na aquisição de um produto ao invés de deslocamento a um centro de compras.

O processo de digitalização do setor ocorreu por meio da otimização de processos, convergindo para determinadas ferramentas digitais que ofereçam tecnologia e auxiliem os empreendedores em suas funções, como plataformas de treinamento, kits de materiais de comunicação, atendimento individual e especializado que atendam às necessidades de diferentes perfis de empreendedores.

Aumento do alcance dos revendedores

Para o diretor de vendas da Tupperware Brands Brasil, Newton Nascimento, antes de a digitalização se tornar um pilar estratégico para a marca, o receio era de que a mudança poderia levar a uma exclusão do empreendedor, o que de fato não aconteceu.

“O grande aprendizado foi que digitalizar não significa tirar o empreendedor do centro ou tornar esta atividade menos relevante. Muito pelo contrário: digitalizando, você oferece ferramentas para a consultora aumentar seu alcance e para que a atividade fique mais relevante. Nosso papel como indústria é capacitar as pessoas. Com ferramentas, as pessoas transformam, inovam e fazem a atividade possível”, concluiu.

Um esforço também bastante comum é o dos empreendedores independentes que utilizam suas próprias mídias sociais para gravarem vídeos, outros para enviar informações pelo WhatsApp, fazendo demonstração, explicando suas funcionalidades e dando dicas.

Assim, alcançam maior escala de vendas reforçando o empreendedorismo da rede. Segundo o grupo Natura & Co, nas empresas Natura e Avon, as vendas online cresceram 150%. Já a criação de lojas virtuais cresceu 65%.

Cenário

Estima-se que no Brasil mais de quatro milhões de pessoas atuam no setor de vendas diretas como empreendedores independentes (como são chamados oficialmente os revendedores/representantes). O País também é líder neste segmento na América Latina, e 6° maior mercado de vendas diretas no mundo.

Especialistas do setor acreditam que, com a digitalização, a venda direta é uma tendência que chegou para ficar porque se mostra como uma excelente oportunidade, porque é democrática e acessível.

O digital desburocratiza e facilita o acesso e a venda de produtos e serviços, se configurando como uma oportunidade de experimentar, de forma moderna, uma atuação que vem ganhando destaque por estar alinhada ao futuro.

Fonte: Mercado & Consumo 22.09

Marca de cosméticos de luxo reduz preços no Brasil em até 50%

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A Jeunesse, empresa norte-americana de produtos rejuvenescedores, tem uma nova estratégia para sua operação brasileira: cortar os preços até pela metade.

Baseada no modelo de venda direta, a empresa atua com duas linhas: de cosméticos para cuidados com a pele e de nutrição. A redução dos preços atinge nove das 14 marcas que são comercializadas no Brasil. “Queremos democratizar o luxo”, afirma Lásaro do Carmo Júnior, presidente da empresa no Brasil. A Jeunesse também aumentou o número de lançamentos no mercado brasileiro: desde o início do ano, 12 novos produtos chegaram ao país.

Com 200 funcionários, a operação brasileira faturou 600 milhões de reais em 2019 e, para esse ano, a expectativa é crescer 20%. Criada em 2009 na Flórida, Estados Unidos, e presente em 148 países, a Jeunesse atingiu vendas globais de 1,1 bilhão de dólares em 2019. Em 2018, o valor havia sido de 1,46 bilhão de dólares.

Os produtos da companhia não são baratos pois, segundo o executivo, há muita tecnologia e valor agregado. Mas, para deixar a marca mais conhecida no país e aumentar as vendas, era necessário reduzir os preços. Um exemplo é o carro-chefe da Jeunesse, a linha Luminesce, de produtos antienvelhecimento e que prometem melhorar a aparência de linhas finas e rugas. O produto Luminesce Cellular Rejuvenation Serum, de R$ 704,45 sai por R$ 359. Já o hidratante diário Luminesce Daily Moisturizing  Complex teve preço reduzido de R$ 470,85 para R$ 260.

O kit completo com seis produtos da linha Luminesce pode sair por quase 2100 reais no site da Dafiti. Uma lata do energético Nevo, no site da Americanas, chega a sair por quase 20 reais, e uma barra do sabonete Jeunesse Spa, por 30 reais. A empresa atua apenas com seu site oficial e com venda direta, por meio de 400.000 distribuidores no Brasil – 50.000 ativos por mês. De acordo com o presidente, as vendas nos sites de marketplace são feitas pelos distribuidores e não diretamente pela empresa, e as vendas oficiais dos produtos, bem como a política de redução de preços, vale apenas para os canais oficiais da Jeunesse.

O corte no preço deu resultado: a linha Luminesce, por exemplo, já teve aumento de 150% nas vendas. Para conseguir reduzir os preços, a companhia encolheu suas margens, negociou com fornecedores e busca deixar a produção mais nacional. Cerca de 40% dos produtos são importados. Para aqueles que são fabricados no Brasil, 90% da matéria prima usada é importada.

 

 

 

 

 

Fonte: Exame 23.09

Givaudan cresce e inaugura área de inovação no Brasil

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A empresa suíça de aromas e fragrâncias Givaudan tem uma característica de frequentes aquisições. Nos últimos cinco anos, por exemplo, foram 16 compras globais com um investimento de 3,5 bilhões de francos suíços, com retorno de vendas adicionais de 1,5 bilhões de francos suíços. Uma das mais recentes, no entanto, exigiu maior demanda dos funcionários no Brasil, inclusive na pandemia da covid-19.

A partir da aquisição da alemã Drom, em julho de 2019, a área de fragrâncias que corresponde a 45% da receita da empresa, começou a estruturar por aqui um laboratório de inovação Trendlab. “Quando houve a aquisição da Drom olhamos não só o market share, mas o conhecimento nas atuações regionais”, diz Lucia Lisboa, vice-presidente de fragrâncias finas da Givaudan América Latina.

O Trendlab, inaugurado em abril busca analisar e antecipar tendências do mercado a partir de tecnologia e novos ingredientes. O laboratório é responsável por pensar o novo produto do início ao fim, incluindo, por exemplo, embalagem e estratégia de divulgação.

“Grandes empresas acabam não ficando tão próximas do consumidor no dia a dia, a intenção do Lab é oferecer essa proximidade ao mesmo tempo em que traz agilidade e oportunidade”, diz Renata Abelin, gerente sênior de inovação da Givaudan. Segundo as executivas, apesar da pandemia a integração das áreas tem acontecido gradual e virtualmente, com projetos que chegam a contar com até 30 pessoas.

Fonte: Exame 22.09

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