Projeção é que o volume de negócios tenha atingindo R$ 400 milhões
Por Estela Mendonça
Depois de dois anos, a Beauty Fair 2021, maior feira de beleza das Américas e segundo maior evento deste segmento no mundo, voltou a ser realizada, entre os dias 20 e 23 de outubro, em São Paulo. Embora 20% menor do que a edição 2019, a projeção é que tenha gerado um volume de negócios de R$ 400 milhões e a perspectiva de crescimento de 5% para o mercado de beleza em 2022. “Esta perspectiva começa nesta 16ª edição do evento, já que aqui estão reunidos os principais decisores do mercado, discutindo e construindo 2022”, diz Cesar Tsukuda, diretor-geral da Beauty Fair, que foi intitulada de “O Reencontro”.

A participação do público visitante, na previsão da organizadora também ficou entre 10% e 15% menor. Segundo Tsukuda, ainda não é possível fazer uma previsão de recuperação do mercado em relação ao ano de 2019, por conta da heterogeneidade do mercado, considerando as diferentes categorias de produtos e canais de vendas. “Salões de beleza, por exemplo, que foram muito impactados pela pandemia, devem levar até dois anos para se recuperarem, mas temos segmentos como cuidados com a pele e algumas subcategorias de cabelos, que já estão acima do que era 2019”, avalia.
Foco no mercado B2B
Pela primeira vez, o Grupo Boticário participou da Beauty Fair. Além da Vult, adquirida em 2018 e presente no evento há 14 anos, estrearam Eudora, Australian Gold e Bio-Oil. Segundo Alessandra Mattos Sekeff, vice-presidente de B2B do Grupo Boticário, a participação é mais uma iniciativa da companhia para reforçar sua estratégia multimarcas e multicanal e apresentar, mais uma vez, seu amplo portfólio de produtos para executivos da indústria de cosméticos, donos de perfumarias, farmácias, supermercados, profissionais atuantes nos salões de beleza, clínicas de estética e consumidores finais.











