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Cosmetic Innovation - Know More. Create More.Empresas & Negócios Tecnologia Verde & Sustentabilidade“Projeto Ybá” identifica 17 espécies de bioativos da Floresta Amazônica para a indústria cosmética

“Projeto Ybá” identifica 17 espécies de bioativos da Floresta Amazônica para a indústria cosmética

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Iniciativa da Dow, em colaboração com o Instituto Peabiru e The Nature Conservancy, o “Projeto Ybá: Conservação que Transforma” tem como objetivo fomentar o extrativismo sustentável e o desenvolvimento socioeconômico da comunidade de Breu Branco, no Pará.

Ao todo, o mapeamento da biodiversidade local identificou 17 espécies de árvores frutíferas de interesse comercial para a indústria cosmética e farmacêutica.

A marca de cosméticos Natura irá adquirir a Andiroba extraída pelas comunidades da área da Dow para utilização em sua linha de produtos.

A Associação dos Agricultores da Vila Mamorana, formada majoritariamente por mulheres, foi selecionada entre 25 comunidades mapeadas para receber capacitação na formação de uma cooperativa localizada em Abaetetuba, no Pará, que ficará responsável e se beneficiará em 100% da comercialização dos bioativos extraídos por meio de manejo sustentável.

A Dow anunciou a conclusão da etapa de mapeamento da biodiversidade e diagnóstico social das comunidades locais do município de Breu Branco, no Pará, para a implementação do “Projeto Ybá: Conservação que Transforma”. A iniciativa, lançada em maio de 2021, é realizada em colaboração com o Instituto Peabiru e The Nature Conservancy (TNC) e tem o objetivo de mapear a biodiversidade da área de floresta amazônica preservada pela Dow em seu complexo industrial local. Ao mesmo tempo, o projeto investe na capacitação dos moradores da região para a construção de uma cadeia produtiva de bioeconomia, por meio do manejo e extração sustentável dos bioativos da região.

Durante o mapeamento da biodiversidade local, realizado nos 38 mil hectares de área preservada da Dow, o Insituto Peabiru identificou 17 espécies vegetais de interesse comercial para a indústria cosmética e farmacêutica. Das espécies identificadas, 4 são de interesse da Natura – parte do grupo Natura & Co, quarta maior empresa de cuidados pessoais do mundo e principal parceira comercial do projeto.

Após estimativa do potencial produtivo, a marca de cosméticos Natura irá negociar a Andiroba, cujas sementes são utilizadas para a produção de óleo de andiroba, usado nos cosméticos. A empresa também contribui com sua experiência na capacitação técnica do grupo comunitário e promovendo a troca de experiência com outras cooperativas que atualmente já são suas fornecedoras de bioativos.

Impulso ao desenvolvimento da região

Com um investimento de R$ 1 milhão, o “Projeto Ybá: Conservação que Transforma” visa contribuir para o aumento da renda familiar na comunidade, além de conservar a floresta tropical. “Para assegurar a conservação da floresta é preciso oferecer à comunidade uma fonte de geração de renda, ao mesmo tempo em que a conscientiza sobre o valor da floresta em pé, por meio do manejo e extração sustentável. A Amazônia tem grande potencial para o florescimento da bioeconomia e o Projeto Ybá fomenta a conscientização sobre a preservação de recursos naturais, colabora para o incremento da renda das famílias da região e impulsiona a inovação”, explica Matias Campodonico, diretor de Sustentabilidade da Dow para a América Latina.

Para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico na região, o Projeto Ybá selecionou a Associação dos Agricultores da Vila Mamorana, formada majoritariamente por mulheres, entre as 25 comunidades que participaram do mapeamento social em torno de Breu Branco. A entidade será responsável pela extração sustentável dos frutos e sementes da floresta, destinando, inicialmente, essa produção para uma cooperativa parceira já fornecedora da Natura, que fará a comercialização. Em um segundo passo, com o apoio da Natura e orientação do Instituto Peabiru, a associação será estruturada tanto em processos como em capacidades técnicas necessárias ao fornecimento de bioativos ao mercado por meio de uma gestão sustentável e regenerativa.

“Os pilares ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) são a base de nossa atuação na América Latina. Faz parte do propósito da Dow investir em inovação sustentável em colaboração com nossos clientes, parceiros e comunidades onde atuamos. E o projeto Ybá é um exemplo dessa nossa filosofia”, afirma Flavia Venturoli, diretora comercial do negócio Soluções para Consumo da Dow na América Latina

Operação mais sustentável

Em Breu Branco, a Dow conta com um complexo fabril que concentra as atividades de manejo sustentável de florestas plantadas, fábrica de carbonização e produção de silício metálico, principal matéria-prima utilizada na produção de silicones. A unidade tem uma posição única em seu segmento, integrada a uma cadeia de valor global do negócio de silicones.

A produção de silício metálico no município paraense é destinada à própria Dow globalmente, e uma parte dela retorna como silicone para ser finalizada na fábrica de Hortolândia (SP), onde a Dow produz suas especialidades. Os silicones da Dow beneficiam mais de 25.000 clientes em todo o mundo em várias aplicações, como: cosméticos, construção, eletrônicos, eletrodomésticos, automóveis etc.

A operação também se destaca por sua menor pegada de carbono quando comparada à média global da indústria de silício metálico. Esse resultado está diretamente ligado à matriz energética da unidade, que utiliza mais de 80% de energia renovável, e o uso de carbono de fontes também renováveis.

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