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Cosmetic Innovation - Know More. Create More.Destaque Empresas & NegóciosIntegração da área de suprimentos de Avon e Natura terá economia de até US$ 115 milhões

Integração da área de suprimentos de Avon e Natura terá economia de até US$ 115 milhões

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No total, as sinergias decorrentes da aquisição da rival histórica vão somar entre US$ 300 milhões e R$ 400 milhões neste ano

A integração dos suprimentos da Avon Products e da Natura vai gerar uma economia entre US$ 85 milhões e US$ 115 milhões no período de 2020 a 2024 para a controladora Natura &Co, que também é dona das marcas The Body Shop e Aesop.

As áreas abrangidas são matérias-primas, catálogos, serviços de frete, armazenagem, publicidade e propaganda e funções administrativas. Outra linha de sinergia é a industrial, com melhora da rede de centros de distribuição, redução da complexidade das fábricas e consolidação das atividades de transportes que vão ajudar a oferecer nível de serviço melhor às consultoras da Natura e revendedoras da Avon.

Nesta área, o ganho estimado oscila entre US$ 50 milhões e US$ 75 milhões. De acordo com a fabricante de cosméticos brasileira, as despesas administrativas, que incluem tecnologia da informação, centro de dados e funções administrativas em geral, vão colaborar para gerar economias de entre US$ 75 milhões a US$ 90 milhões entre 2020 e 2024.

Pela manhã, a Natura &Co reafirmou que as sinergias decorrentes da aquisição da rival histórica, concluída, em 3 de janeiro deste ano, vão somar entre US$ 300 milhões e R$ 400 milhões, considerando taxa de câmbio de R$ 5,00. A previsão anterior era de US$ 200 milhões a US$ 300 milhões entre 2020 e 2023, com o dólar a R$ 3,87. O valor estimado não considera custos de US$ 190 milhões no período.

Ainda nesta segunda, a Natura &Co informou também que os investidores terão entre 13 de maio e 12 de junho para exercerem o direito de preferência para subscrever as ações do aumento de capital privado no valor entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões.

Terão direito de participar aqueles que detiverem papéis da empresa no encerramento da sessão da B3 de amanhã. Os investidores terão direito a subscrever ações na proporção de 0,052592621300 da nova ação ordinária de que forem titulares.

Os papéis da Natura &Co adquiridos a partir do dia 13 serão negociados como ex-direito. As ações da emissão terão direito ao valor integral de benefícios como dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP). O preço da emissão será de R$ 32,00 por ação. O valor tem um deságio de 12,21% sobre a cotação de 7 de maio, de R$ 36,45, e de 6,01% em relação à média dos 60 últimos pregões.

O preço foi determinado pelo colegiado com base em operações similares feitas nos últimos anos, que envolveram um deságio de 10% a 20%, considerando a média ponderada dos preços dos ativos no lançamento da operação.

Para garantir a subscrição do valor mínimo, os acionistas do grupo de controle Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos participarão com valor mínimo de R$ 508,09 milhões. Alguns investidores financeiros também assumiram o compromisso com montante de R$ 491,9 milhões. Certos membros controladores vão ceder parte de seus direitos de subscrição relativos a 11,261 milhões de ações para viabilizar a subscrição por investidores.

Segundo o comunicado, os recursos serão destinados ao fortalecimento da estrutura de capital, à redução da alavancagem financeira consolidada e à melhora da posição de caixa, de R$ 4,6 bilhões ao fim do primeiro trimestre de 2020. O capital também será usado para finalidades corporativas gerais.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Valor Econômico 11.05.2020

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