Portugal – Diversos estudos demonstram que uma das principais razões para a não utilização, ou uma aplicação deficiente, do protetor solar é a falta de conhecimento dos efeitos dos raios UV na pele e como funciona um protetor solar.
O artista Thomas Leveritt, associado à Academia Americana de Dermatologistas e à NIVEA, criou uma forma de tentar sensibilizar as pessoas para os danos causados pelos raios UV. Com uma câmera adaptada para captar os ultravioletas, conseguiu divulgar imagens que mostram os danos causados pelo sol na pele humana.
As imagens mostram os efeitos que os raios UV têm na pele e como o protetor solar atua. Com esta técnica, a pigmentação da pele é realçada. Assim, a pele mais clara aparece mais pálida e a pele mais escura ainda mais escura. A pigmentação irregular é sinal de danos causados pelos raios UV.
Thomas Leveritt disse que “a coisa mais interessante desta experiência foi a percepção que as sardas são, realmente, lesões provocadas pelo sol. Não são decoração. Ninguém nasce com sardas, elas são resultado de exposição aos raios UV”.
Mas as sardas, como faz questão de explicar, não são, por si só, prejudiciais. “São o resultado da pele tentar defender-se, indicam os locais onde a pele foi afectada pelos raios UV”, explica.
No entanto, lembra Thomas Leveritt, “a pele com sardas tende a envelhecer mais rapidamente (o colagénio degrada-se precocemente, por exemplo)”.
Veja o vídeo:
https://youtu.be/cioyUxf6_bI



