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O que são células-tronco?

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São células que possuem capacidade de gerar cópias idênticas de si mesmas e de se diferenciar em diversos tipos de células. As células-tronco são classificadas como:

Embrionárias. Encontradas no interior do embrião, quando ele está no estágio conhecido como blastocisto (quatro a cinco dias após a fecundação). São células que têm o potencial de se transformar em qualquer um dos diferentes tipos de células do corpo humano.

O uso dessas células envolve diversas limitações técnicas, legais e éticas. No Brasil, é limitado à doação consentida de embriões produzidos por fertilização in vitro e vem se restringindo a pesquisas básicas em modelos animais e teste de novos fármacos, não havendo aplicação em humanos até o momento.

Adultas. Obtidas principalmente da medula óssea e do sangue de cordão umbilical e placentário; também estão presentes em outros órgãos e tecidos do corpo, tais como tecido adiposo, pele, pâncreas, fígado, polpa dentária e outros, com a finalidade de renovação celular ao longo da vida. Possuem capacidade de se dividir, gerando tanto outras células idênticas com o mesmo potencial como outras células diferenciadas. As células-tronco adultas diferenciam-se em uma quantidade limitada de tipos de células.

Pluripotentes induzidas ou iPS (do inglês induced pluripotent stem cells). Diferentemente dos dois tipos de células descritas acima, que são obtidas de fontes naturais, estas são produzidas em laboratório. A técnica foi desenvolvida por um pesquisador japonês, em 2006, e consiste na inserção de um vetor (vírus) contendo determinados genes que se inserem no DNA da célula adulta e reprogramam o seu código genético, recuperando as características de uma célula-tronco embrionária,como a autorrenovação e a capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de célula.

O uso dessas células não envolve limitações legais e éticas. Os estudos com iPS em humanos ainda são limitados.

Terapias celulares 

As terapias celulares consistem no uso de células humanas com finalidades terapêuticas ou preventivas.

Uso terapêutico atual. A terapia celular mais conhecida e a única reconhecida formalmente pelo Conselho Federal de Medicina é o transplante de células-tronco obtidas da medula óssea, do sangue periférico e do sangue de cordão umbilical e placentário. Esta terapia é denominada de transplante de células-tronco hematopoéticas, ou popularmente conhecida como transplante de medula, empregada para o tratamento de doenças hematológicas ou terapias de reconstituição da medula óssea após o tratamento de doenças oncológicas. Até o momento, não existem outros tipos de terapias celulares com uso reconhecido no Brasil, pois ainda são considerados experimentais. Assim, quaisquer procedimentos realizados no país devem ser restritos a protocolos de pesquisas clínicas aprovadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) coordenador ou pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

Material disponibilizado pelo MS/ANVISA.

Via Stahl

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